Grupos de Trabalho e Minicursos

As sessões dos grupos de trabalho e dos minicursos acontecerão de maneira simultânea, nos dias 23 e 24 de maio de 2019.

Xs participantes que tiverem os trabalhos aprovados poderão enviar via e-mail (evento.levs.ufms@gmail.com) até o dia 30 de maio de 2019, o artigo completo para compor uma publicação e-book, conforme orientações abaixo:

– Os artigos enviados serão avaliados pelxs coordenadorxs dos grupos de trabalho. Apenas aqueles que forem aprovados irão compor a publicação;

– O artigo deverá conter obrigatoriamente: a) título em português e inglês; b) nome do(s) autor(es), identificando-se em rodapé dados relativos à produção do artigo, ao(s) seu(s) autor(es) e filiação institucional completa, bem como a auxílios institucionais, endereço institucional, telefone institucional e endereços eletrônicos; c) resumo em português (máximo de 6 linhas, ou 400 caracteres) e abstract fiel ao resumo, acompanhados, respectivamente, de palavras-chave e key words, ambos em número de 3, para efeito de indexação do periódico; d) texto com as devidas remissões bibliográficas no corpo do próprio texto; e) Notas de rodapé, eliminando-se os recursos das notas finais; f) referências bibliográficas;

– O artigo deve ser encaminhado dentro da seguinte formatação: a) padrão word 97-2003; b) uma autorização para publicação devidamente assinada pelo autor também anexada ao endereço eletrônico; c) a extensão do texto deverá se situar entre 08-12 redigidas em espaço duplo; d) caso o artigo traga gráficos, tabelas ou fotografias, o número de toques deverá ser reduzido em função do espaço ocupado por aqueles; e) a fonte utilizada deve ser a Times New Roman, tamanho 12; f) os caracteres itálicos serão reservados exclusivamente a títulos de publicações e a palavras em idioma distinto daquele usado no texto, eliminando-se, igualmente, o recurso a caracteres sublinhados, em negrito, ou em caixa alta; todavia, os subtítulos do artigo virão em negrito

– Todos os artigos devem ser elaborados em português ou inglês, e encaminhados com o texto rigorosamente corrigido e revisado.

– Eventuais ilustrações e tabelas com respectivas legendas devem ser contrastadas e inseridas no texto com as devidas indicações.

– As referências bibliográficas e remissões deverão ser elaboradas de acordo com as normas de referência da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT – 6023).

– Não serão aceitos artigos fora das normas estabelecidas.

SESSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO

1- Sexualidades e sociabilidades em tempos digitais

Coordenação: Tassio Acosta (UNICAMP)

Monitora: Bruna

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Laboratório Informatizado de Ensino em História (FACH), na Unidade 13.

1 – Vamos pensar em p(a)utas?: refetindo sobre o desejo e agência na descrição de mulheres “universitárias” em um site de acompanhantes de Campo Grande (MS) – Carla Cristina de Souza e Tiago Duque (UFMS)

2- Os opostos não se atraem: um estudo de caso sobre os usuários do Bate-Papo UOL – Emili Sabrina Ribeiro Silva (UFMS/CPNA)

3- Mídia audiovisual: Gênero e Sexualidade na série Sense8 – Felipe Braga Pinheiro (UFMS)

4- Relações de Pode e Relações de Liberdade: vivencias do BDSM – Kamilla Golin (UFGD); Renan de Oliveira Silva Junior (Faculdade Estácio de Sá)

5- EMPREENDENDO MASCULINIDADES NO TINDER: o consumo publicitário/pornográfico entre homossexuais nas cidades de Araraquara e São Carlos nos anos de 2018/2019 – Vanderzinho Dias Horácio (UFScar)

6 – Representações sociais do feminismo e da ativista Malala: um estudo com acadêmicas do curso de Psicologia – Vitória Brandão de Almeida Costa (Universidade da Grande Dourados – UNIGRAN); Maisa Barbosa da Silva Cordeiro, (Universidade da Grande Dourados – UNIGRAN)

2- Gênero, memória e educação: abordagens e possibilidades didáticas nas aulas de História

Coordenação: Jaqueline Ap. M. Zarbato (UFMS) e Adriana Aparecida Pinto (UFGD)

Monitor: João Gabriel

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Aula 04 do Complexo Multiuso

1- Por uma cartografia histórica: um estudo da produção sobre História das Mulheres e Gênero em Programas de Pós-Graduação de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – Adriana Pinto (UFGD)

2- Novas configurações familiares e escola: a busca por uma escola menos excludente –  Deborah Bem Borges; Giovanna Bem Borges (UFMS)

3 – Memória e educação feminina: possibilidades didáticas nas aulas de história –  Jaqueline Ap. M. Zarbato (UFMS)

4 – História, Relações de gênero e étnico – raciais: a mulher negra e o feminismo: possibilidades de aplicabilidade e implicâncias para o Ensino de História – Ana Carolina Oliveira Carlos (UEMS/Amambaí)

5 –  Educação sexual acima de tudo: resistência homofóbica para todes – Rafael dos Santos Reis (UEM)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Aula 04 no Multiuso

1- A sexualidade na contemporaneidade – Mônica Nascimento Oliveira; Samuel Rodrigues Martins (UFT)

2- A invisibilidade feminina na construção da história regional: os elementos patrimoniais e imagens do museu José Antônio Pereira – Silvia Ayabe (UFMS)

3 – Educar pelo Patrimônio Museológico: Diferentes Perspectivas além da História Oficial – Victor P. Prado (UFMS)

4 – Representações de gênero no cinema histórico nacional: a construção da memória colonial brasileira no ensino de história – Maristela Carneiro (PNPD-UNICENTRO).

5-  Depois de acessar a Educação Superior: Retratos da permanência de mulheres negras no curso de Pedagogia da UFMS – Juliana Cristina dos Santos Duarte (UFMS)

3- História das mulheres e estudos de gênero: uma abordagem contemporânea

Coordenação: Losandro Tedeschi (UFGD) e Kaoana Sopelsa (UFGD)

Monitora: Rebeca

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Anfiteatro 02 do Complexo Multiuso

1- Por uma cartografia histórica: um estudo da produção sobre História das Mulheres e Gênero em Programas de Pós-Graduação de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – Ana Gonçalves Sousa; Gabriella A. da Silva Santos Lopes; Sthefany de Souza Ribeiro; Adriana Aparecida Pinto (UFGD)

2- As representações do “ser doméstica” nas fontes criminais: Porto Alegre, meados de 1950 – Marluce Dias Fagundes (Unisinos)

3- As representações da prostituição no curta-metragem “A dama do Estácio” (2012) – Antonio Ricardo Calori de Lion

4- Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim: resistência feminina na voz de Elza Soares e a Casa da Mulher Brasileira – Joice Garcia (UFGD)

5 – O Jornal da Mulher e as representações do feminino – Lídia Kellenn Brito dos Santos (UFGD)

6 – Um século depois e a permanência dos discursos: evangélicas pela igualdade de gênero e O Jornal Batista – Marcela Prenda Teixeira (UFGD)

7 – Concepções e práticas feministas no meio evangélico – mulheres metodistas da Cabeceira Alegre de Dourados – Vicência Deusdete Gomes dos Santos (UFGD)

8 – Chiquinha Gonzaga: limites e possibilidades do ser mulher no Brasil do século XIX – Mona Mares Lopes da Costa Bento (UFGD)

4- O lugar da “mulher” nos estudos interseccionais das desigualdades sociais

Coordenação: Jacy Corrêa Curado (UFMS) e Maria Rosana Rodrigues Pinto Gama (Consultoria DFOCO-Casa da Mulher Brasileira)

Monitora: Talita

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório da Casa da Ciência

1- Vivências de Mulheres – Ana Claudia Serra Pleutin (Prefeitura Municipal de Nioaque)

2- FEMINISMO: Problematizando o espaço da mulher na UFT/Campus Miracema – TO – Andréia Soares Ferreira (UFT/Campus de Miracema – TO)

3- A mulher como sujeita de direito: forma singular e classista de reconhecimento – Edna Aparecida Ferreira Benedicto (UFGD)

4- Mulheres atendidas pela Casa da Mulher Brasileira: algumas interseccionalidades – Giovanna Liz Oliveira Mantovani (Universidade Católica Dom Bosco); Julia Arruda da Fonseca Palmiere (Universidade Católica Dom Bosco)

5- A mulher e seu lugar social na literatura queiroziana – Juliana Bezerra de Oliveira Sachinski (SED-MS)

6 – Empreendedorismo e empoderamento feminino na venda direta – Kamila Gollin

7 – A Dança do ventre como uma forma de empoderamento feminino – Laura Helena Sant’Anna da Silva (UFMS)

8 – Relações de gênero, poder e violência: As percepções de mulheres do assentamento Santa Mônica em Terenos – MS através do filme “Acorda Raimundo, Acorda!” – Manuela Nicodemos Bailosa (UFGD)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório da Casa da Ciência

1- A articulação das mulheres no processo de abertura política através da imprensa – Michele Pereira Sousa (IFSP)

2- A tal mineira demolidora de mitos: “FILHA DE ANGOLA, DE KETU E NAGÔ” – Monique Francielle Castilho Vargass (UFGD)

3- Mulher com M: a desvalorização histórica das Mulheres e de seus trabalhos – Patrícia Ferreira Marassi (UFGD)

4- Representações da violência contra a mulher no romance Paraíso, de Tatiana Salem Levy – Pauliane Amaral

5- A falta de representatividade da mulher no mercado de trabalho – Pedro Emanoel Peres Diani (UNIPAMPA)

6- Os sentidos do matrimônio e patrimônio para mulheres – Rebeca dos Santos Moreira (UFMS)

7 – A interseccionalidade da categoria mulher na narrativa de resistencia e denúncia presentes em 21 edições da Revista Mulherio – Romilda Neto PIzani, (Grupo TEZ); Maria Rosana Rodrigues Pinto Gama (CMB)

8 – Mulheres contra o patriarcado e as políticas de resistência – Vanessa Vieira  (TJMS/Coordenadoria da Mulher)

5- A teoria queer nas Ciências Sociais e Humanas: discurso, gênero e sexualidade

Coordenação: Demóstenes Dantas Vieira (UFPE) e José Anchieta de Souza Filho (UERN)

Monitora: Eloisa

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Anfiteatro 02 do Complexo Multiuso

1- Dos corpos desviantes e as sexualidades em segredos: (des) construir por quê? – Ana de Luanda Borges Braz da Silva (Universidade do Estado do Pará)

2- Masculinidade(s) e feminilidade(s) no esporte: produções de identidades a partir da categoria de base no voleibol em Campo Grande – MS – Andrey Monteiro Borges (UFMS)

3- A dimensão pedagógica dos Estudos Queer – Anelize Castedo França (UFMT); Luís Antonio Bitante Fernandes (UFMT)

4-  Interface entre os conceitos foucaultianos: sexualidade/gênero, corpo, práticas de si e resistências e os conceitos de agência e performatividade da Teoria Queer de J. Butler – João Marcelo de Oliveira Cezar (UNESP – Campus de Assis)

5- Esquisitxs na telinha: pessoas queer no Programa Amor & Sexo – Maisa Regina Bilenki (Universidade Positivo em Curitiba)

6- DIVERSIDADE SEXUAL E TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: Diálogos possíveis entre moral cristã, teoria queer e opção preferencial – Michel Eriton Quintas (Pontifícia Universidade Católica do Paraná)

7- A Teoria Queer e a Historiogra_a brasileira – diálogos possíveis – Miguel Rodrigues de Sousa Neto (PPGCult/CPAQ/UFMS)

8 – “Corrida das Drag”: um olhar para a performance drag em Campo Grande-MS – Winny Gabriela Pereira de Santana; Tiago Duque (UFMS)

9 – Gênero e Educação Profissional: Análise do Discurso em Quatro Documentos Oficiais – Demóstenes Dantas Vieira; Antônio Soares Junior da Silva; Efraim de Alcântara Matos (UFPE)

6- Gênero, sexualidade, diferenças e políticas públicas: como pesquisar e refletir acerca de tais temas, ante à contemporânea escalada do pensamento conservador

Coordenação: Dyego de Oliveira Arruda (CEFET/RJ) e Gabriel Luis Pereira Nolasco (IBISS/CO)

Monitora: Luiza

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Defesa-FACH, na Unidade 13

1- O pânico moral no Brasil: a “ideologia de gênero” e o Plano Estadual de Educação do Paraná – Karina Veiga Mottin (UFPR)

2- As artes cênicas na sala de aula: o eu, o outro e o nós – a diferença que inclui o diferente – Leonardo Arruda Calixto (UEMS/PMCG); Lucilene Soares da Costa (UEMS)

3- Questões de gênero e sexualidade na sociologia: um estudo de caso sobre a presença dos temas no ensino médio das escolas estaduais Teotônio Vilela e Joaquim Murtinho – Luísa Elena Rafael da Silva; Guilherme Rodrigues Passamani (UFMS)

4- Em tempos de “ideologia de gênero”, o NEPGS como espaço institucional para abordar estudos de gênero na escola – Olívia Pereira Tavares (IFRS)

5- A educação de jovens e adultos como dispositivos de enfrentamento sobre a vida: problematizações em Foucault – Dayana de Oliveira Arruda; Carlos Igor de Oliveira (UFMS)

6 – Sexualidade (S): uma questão pública – Carlos Igor de Oliveira; Dayana de Oliveira Arruda (UFMS)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Defesa-FACH

1- Meu corpo é político: uma análise sobre a política do nome social na UFSC – Keo Silva (UFSC)

2- Discursos-Bumerangue e eleições de 2018: o machismo por mulheres – Talita Ribeiro Martins (UFMS)

3- A estigmatização da comunidade LGBTQIA+ frente as ISTS: as taxativas e as entrelinhas da exclusão – Vagner Santos (AEMS)

4- O serviço social da formação a pratica e o conservadorismo – Denilza da Rocha Gama

5- Intervenção psicossocial com um grupo do SCFV de um CRAS: relato de experiência – Giovana da Luz de Oliveira (UFMS); Thais Barros de Andrade

6 – Rupturas e reproduções: uma análise sobre os mecanismos de criminalização da homossexualidade por governantes de países africanos – João Lazaro Souza de Araújo (UFU)

7 – Gênero, movimento de mulheres, feminismos e colonialidade

Coordenação: Luiz Cláudio de Almeida Teodoro (CEFET/MG) e Romilda Sérgia de Oliveira (Unimontes)

Monitora: Fernanda

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala 60406-Bloco 6

1- O Artear de Si e do Outro: lugares de memória e produção coletiva artesanal como instrumento para formação de professores – Edicarla Correia de Sá

2- A Escola e a Pedagogia do Armário: rondam corpos, decepam línguas, prendem almas…. – Eduardo Mariano da Silva e Angela Guida (UFMS)

3- A questão de gênero nos intramuros das aulas de Matemática e Ciências – Yasmin Cartaxo Lima; Elenilton Vieira Godoy; Fernanda Dartora Musha (UFPR)

4- A Atuação das Mulheres Egressas do IF Baiano no Mercado de Trabalho na Área de Informática – Tainá Dias dos Santos (UESC)

5- Mulheres na Ciência: a importância de Carolina Bori – Karolaine Santos Deleprani Silveira; Maisa Barbosa da Silva Cordeiro (UNIGRAN)

6 – Heloísa Buarque de Hollanda: o feminismo nas exteoridades – Nathalia Flores Soares; Edgar Cézar Nolasco (UFMS)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na na Sala 60406-Bloco 6

1- Quando o Diálogo Liberta: roda de conversa das mulheres camponesas do assentamento Itamarati – Elisandra Tomascheski (UFGD)

2- Mulheres no Cooperativismo Brasileiro: estado da arte – Jeniffer Narcisa-Oliveira; Renata do Nascimento Santos; Sheyla Barcelos; Carla Rodrigues (UCDB)

3- Feminismos, interseccionalidade e construção de diálogos em rede: comunicação feminista em vozes, vezes e vieses – Letícia de Faria Ávila Santos (UFMS)

4- Performance feminista callejera na luta pela legitimidade do aborto na Argentina: uma análise a partir das Socorristas en Red – Marcelle Cristine de Souza (PROLAM/USP)

5 – A vida é minha, o corpo é meu: análise sobre a autonomia reprodutiva da mulher e a intervenção do Estado – Mirella Lacerda Teixeira de Souza (UFGD)

6- A Desigualdade de Gênero e a Efetivação do Direito Humano de Acesso à Água para as Mulheres – Alexsandra Matilde Resende Rosa; Vera Lúcia de Miranda Guarda; Kerley dos Santos Alves; Deilton Ribeiro Brasil; Mie Hangai Costa (UFOP)

7- Prostituição e Marginalidade no Brasil: uma análise das apropriações políticas da categoria “puta” – Karla Ignes Luna (UEM)

8- Gênero e sexualidade(s) na perspectiva dos marcadores sociais de diferença

Coordenação: Esmael Alves de Oliveira (UFGD) e Diógenes Cariaga (UFSC)

Monitora: Tatiana

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Reunião da História-FACH

1- Mulher transexual e negra: voz excluída –  Antonio Germano (Uninove)

2- “Você é travesti, você é homossexual, de dia trabalha e de noite faz programa”: representações travestis no judiciário baiano entre 2007 e 2017 – Joalisson Oliveira Araújo (UFGD)

3- Corpos da sarjeta: travestilidades e espacialidades em movimento com MC Linn da quebrada – Luiz Felipe Rodrigues; Dalila Tavares Garcia; Joselaine Dias de Lima Silva; Roberto Carlos Correia e Silva (UFGD)

4- Diferenças no ambiente escolar: experiências contemporâneas de jovens dissidentes de gênero e sexualidade nas escolas de Mato Grosso do Sul – Fabrício Pupo Antunes; Tiago Duque (UFMS)

5- Movimento LGBT na pluralidade do Movimento Sem Terra – Marco Aurélio de Almeida Soares (Rede Apolo)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala de Reunião da História-FACH

1- Sexualidades Indígenas – no plural: notas etnográficas e questões antropológicas –Diógenes Cariaga (UFSC)

2- Grafismo boe bororo: reflexões antropológicas a partir das performances de gênero – Neiimar Leandro Marido Kiga (UFMS)

3- “Moreno alto, bonito e sensual”: anúncios de prostituição masculina do jornal Correio do Estado (MS) – Tatiana Bezerra de Oliveira Lopes; Guilherme Rodrigues Passamani (UFMS)

4- A homoafetividade masculina através dos prontuários do Hospício Nacional de Alienados – Rio de Janeiro (1890-1910) – Estevão Silva de Oliveira (PUC SP)

5- A representação feminina sob o olhar masculino na sitcom everybody hates chris – Bruna Loreny de Oliveira (UFMT)

6- Preconceito (des)velado – Tatiana Teixeira de Siqueira Bilemjian Ribeiro; Anita Guazzeli Bernardes

9 – Feminismos da diferença e suas intersecções no campo das artes e das Ciências Humanas

Coordenação: Luciana Codognoto da Silva (UFMS) e Fernanda Reis (UFGD)

Monitora: Tassiany

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Anfiteatro-FAALC

1- Mulheres, Design e Economia Solidária – Marise Massen Frainer (UFGD)

2- Lutar e Resistir: Na Desconstrução do Gênero Feminino – Ane Caroline Ramires de Souza (AEMS)

3- As Diversas Nuances de se Fazer e Refazer-se Mulher – Ana Carla de Amorim e Gisela de Moura Bluma Marques (UCDB)

4- A Performance como um Ato Político: a Potencialidade da Arte para o Empoderamento Feminino – Venise Paschoal de Melo (UFMS)

5- As Representações sobre as Mulheres nos Periódicos de Corumbá no Final do Império – Mayra da Paz Wegrzyn; Divino Marcos de Sena (UFMS/CPAN)

6- Gênero, Classe e Etnia em Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus – Maíra Dutra de Oliveira (UFMS/CPAQ)

7 – As Descendentes de Lídia: Atividade Criadora e Emancipação da Mulher – Kimberly Weiss Calves; Vera Lúcia Penzo Fernandes (UFMS)

8- Não Jogue Pedra na Geni: Corpo, Poder, Dominação Masculina e as Relações de Gênero na Música de Chico Buarque de Holanda – Fernanda Reis (UFGD)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Anfiteatro-FAALC

1- As Configurações das Relações de Poder e suas Perspectivas nos Assentamentos Rurais do Município de Nova Andradina/MS – Fabiano Greter Moreira (UFMS/CPNA)

2- A Divisão Sexual do Trabalho e as Mulheres Caminhoneiras – Danilo Leite Moreira (UFGD)

3- O Lugar das Mulheres Islâmicas Iranianas sendo Redefinido através do Futebol – Ana Vitória Marcolino Barboza (UFU)

4- Charrete das Meretrizes: as Mulheres Prostitutas na Colonização de Nova Andradina – MS (1960-1980) – Michele Campina Silva (UFMS)

5- O Trabalho de Mulheres na Reciclagem – Luciana Codognoto da Silva (UFMS/CPNA)

6- Itinerâncias Femininas e suas Intersecções com os Serviços Socioassistenciais – Cledione Jacinto de Freitas (UNESP)

7- Psicologia e Trajetividades Femininas Luciana Codognoto da Silva (UFMS/CPNA)

10 – Violências, gênero e interseccionalidade

Coordenação: Cláudia Regina Nichnig (UFGD) e Paula Faustino Sampaio (UFMT)

Monitor: Haricson

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala 01-PPGEL

1- Relações de gênero: uma discussão sobre violência – Sarah Pedrollo Machado (UFGD)

2- Levantamento de dados acerca da violência de gênero – Katia Rosana Hernandes (UFMS)

3- Fronteiras da violência: reflexões sobre as práticas violentas contra as mulheres no município de Corumbá/MS – Vivian da Veiga Silva (CPAN/UFMS)

4- Mulheres migrantes no presente: violências, gênero e agendas feministas – Claudia Regina Nichnig  (UFGD)

5- Relações de poder entre os gênero: raízes da violência doméstica e familiar contra mulheres – Michelle Moraes Santos; Luis Antonio Bitante Fernandes

6- O papel da educação no combate à violência de gênero no Mato Grosso do Sul – Gabriela Guedes da Silva (UFMS)

7- Grupos de atendimento a homens autores de violência contra mulheres: problematizando novas possibilidades de masculidades – André Masao Peres Tokuda, (AEMS)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala 01-PPGEL

1- Mundos subalternos de mulheres (in)visibilizadas: reflexões a partir de personagens de Amora e BaléRalé – Roberto Carlos Correia e Silva; Luis Felipe Rodrigues (UFGD)

2- Violência de gênero contra os povos indígenas: a contribuição para reflexão da antropóloga e feminista Rita Laura Segato – Paula Faustino Sampaio (UFMT)

3- Transfobia – Um Estudo da Violência Através do Caso de Dandara dos Santos. – Larissa Gabrielle Rabelo da Silva (UFU)

4- Mulheres Transexuais e Travestis no Cárcere: entre violências e resistências – Ana Carolina Santana Moreira (NEDGS/UFGD)

5- O Estupro corretivo de mulheres Lésbicas: A “Correção” Motivada pela Lesbofobia na contemporaneidade – Kleire Anny Pires de Souza (UFGD)

6- Quando o parentesco encontra resistências: famílias homoparentais no Brasil atual -Anna Carolina Horstmann Amorim (UEMS)

7 – A lesbianidade censurada em Copacabana Posto 6 (1972) e Nicoleta Ninfeta (1973) – Izadora Fernanda Reichert Rodrigues (UFGD)

8- Repressão sexual e violência contra homossexuais na ditadura brasileira – Thiago de Souza Bobeda (UFGD)

11 – Devires-desejos dissidentes em tempo de Guerra

Coordenação: Simone Becker (PPGAnt-PPGS/UFGD/MS e CNPq), Greciane Martins de Oliveira (IBISS/CO e PPGAnt/UFGD), Maria Eduarda Parizan Checa (PUC-SP) e Rayane Bartolini Macedo

Monitora: Raniely

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Teatro de Bolso-Bloco 3

1- Violência, descaso e/ou desconhecimento: a multiplicidade de relações entre o Estado e os/as ostomizados/as – Adriana Aparecida de Paula (UFGD)

2- Entre a lei e a experiência: o uso do nome social na UFMS – Adriana Cristiane Lopes Lino; Tiago Duque (UFMS)

3- Pensando o “cuidado de si” a partir da experiência de pessoas trans em Campo Grande, MS – Ariel Dorneles dos Santos (UFMS); Esmael Alves de Oliveira (UFGD)

4- Morrer como um homem para viver como mulher – Cleiton Zóia Münchow (IFMS)

5- Vidas precárias, necropolítica e universo trans: (des)ocupações nos territórios de inventividades narrativas de escolarização – Fernando Guimarães Oliveira da Silva; Eliane Rose Maio (UEM)

6-  O Estado proibicionista e a (re)existência ativista – Nathália Eberhardt Ziolkowski, (AMB/ RENFA); Greciane Martins de Oliveira (IBISS|CO / AMB/ RENFA)

7- Desejos não dicotômicos: (bi)sexualidade e possibilidades para além da lógica binária – Helena Motta Monaco (UFSC)

8- Santo Daime e uma inteligência existencial inventiva de si e do outro – Jessica Rocha (USP)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Teatro de Bolso-Bloco 3

1- As golpeadas: uma revisão bibliográfica de gêneros e sexualidades dissidentes no atual contexto político brasileiro – Maria Eduarda Parizan Checa (PUC-SP)

2- O cu manifesto: Por cus que não sirvam só à privada – Patrick de Almeida Trindade Braga; Tui Boaventura Struminski (UFMS)

3- Interpretando a “ideologia do gênero”: considerações de Ricoeur sobre os sentidos de um conceito – Rafael Zanata Albertini

4- Fazendo-os viver e deixando-os morrer: o racismo de Estado diante dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul – Simone Becker (UFGD/CNPq); Andrei Domingos Fonseca (FADIR/UFGD)

5- “Quando a Morte é Alguém”: A Necropolítica e o Poder dos Corpos Queer – João Victor Rossi (UFGD/CNPq); Simone Becker (UFGD/CNPq)

6- Ser, estar e encontrar “lésbicas” nas aldeias de MS: primeiras dificuldades e aproximações – Tanaíra Silva Sobrinho; Tiago Duque (UFMS)

12 – Gênero e sexualidade: a constituição cultural do corpo e identidade

Coordenação: Zaira de Andrade Lopes (UFMS), Renato Martins de Lima (UFMS) e Regi Morais Pereira (UFMS)

Monitora: Ana Beatriz

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório-Bloco 18, Piso 01

1- Erótica Masculina – Adailson Moreira (UFMS/Três Lagoas)

2- Da sociedade disciplinar à farmacopornografia – uma aproximação dos escritos de Michel Foucault e Paul B. Preciado – Ana Carolina Colnago Roco de Azevedo; Divino José da Silva (UNESP)

3- Problemas de bicha: gênero e subversão da identidade – Enrique Bruno Lima Martins (Universidade Federal do Cariri)

4- Os discursos masculinistas e a sexualidade do homem na revista Playboy – Douglas Volks (UFMS)

5- A (re) constituição do sujeito soropositivo: sexualidade pós diagnóstico – Francisco Daniel Brito Mendes (UFMS)

6- Políticas do corpo: transição de gênero e biotecnologias – Júlia Arruda da Fonseca Palmiere; Anita Guazzelli Bernardes; Camilla Fernandes Marques; Giovanna Liz Oliveira Mantovani (UCDB)

7- Sob o medo e a rejeição: uma breve reflexão acerca da identidade(s) homossexual – Helena Vicentini Julião; Nayara Hakime Dutra Oliveira (UNESP FRANCA)

8- Novo homem, velha estatística: desafios para a redução do feminicídio no Brasil – Renato Martins de Lima; Zaíra de Andrade Lopes (UFMS)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório-Bloco 18

1- As representações sociais do corpo da mulher negra na interseccionalidade de raça, cor e classe social – Aline Cantini Ibarra; Francisco Daniel Brito Mendes

2- O discurso sobre os papéis sociais dos gêneros masculino e feminino apresentados no livro didático – Angelica da Silva Terra (UFGD)

3- A roda de identidades: Corporeidade e identidade no ritual da roda de Capoeira – Ettore Batalha

4- REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: Docentes e a compreensão de gênero e sexualidade – Lucas de Lima Gonçalves; Ludmily Diaz Soares da Cruz; Mary Lucia Sargi do Nascimento;
Natália Freitas Alves Ribeiro; Zaira de Andrade Lopes (UFMS)

5- Demarcando corpos e identidades de gênero: o uniforme escolar para além das suas funções primárias de segurança e igualdade – Mariani Viegas da Rocha (UFPR)

 6- A representação social da mãe solteira no Filme ‘Crepúsculo’: reflexões sobre representações de gênero na cultura da mídia hollywoodiana – Marcela Tavares  de Freitas Lima (UFMS/CPAN)

7- Identidade de Gênero x Identidade Sexual: a sexualidade sob a perspectiva da Psicologia
Sócio-Histórica – Raíssa dos Santos  Gugel (Unigran)

 8- Constituir-se psicóloga/o: as relações de gênero e sexualidade no processo de formação – Rebeca de Lima Pompilio; Zaira de Andrade Lopes (UFMS)

13- Quando as coisas das artes deixam de ser apenas uma construção estética e se posicionam contra um sistema compulsoriamente heteronormativo

Coordenação: Flávio Adriano Nantes (UFMS)

Monitor: Danilo

23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório Arquiteto Jurandir Nogueira-Bloco 3

1- Arte trans-froma vidas precárias – Regiane Corrêa de Oliveira Ramos (UEMS)

2- As exterioridades homo-biográficas em Mil rosas roubadas, de Silviano Santiago- Pedro Henrique Alves de Medeiros; Edgar Cézar Nolasco (UFMS)

3-  O texto dramático como luta de gênero: poder e repressão em A dança final, de Plínio Marcos – Ivanildo José da Silva (UNESP)

4- Espaço e sociabilidade feminina no Iluminismo português – Ricardo Hiroyuki Shibata (UNICENTRO)

5- A metamorfose do corpo homossexual ao “sair do armário” – Vinícius Gonçalves dos Santos; Edgar Cézar Nolasco (UFMS)

6- O corpo como um gesto político e de resistência – Flávio Adriano Nantes (UFMS)

24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório Arquiteto Jurandir Nogueira-Bloco 3

1- Teoria crítica e psicanálise: uma análise da violência na obra Lavoura arcaica, de Raduan Nassar – Ana Luíza Postingher; Angelo Luiz Ferro;  Branca Maria de Menezes (UFMS)

2- Censura à arte: uma leitura museográfica da exposição Cadafalso da artista visual Alessandra Cunha, A Ropre – Caciano Silva Lima (Fundação de Cultura/MS)

3- Transforma-se na Super princesa pantaneira – Leonardo Arruda Calixto; Lucilene Soares da Costa (UEMS)

4- Arte, performance, representatividade e feminilidade: uma análise do corpo político na mídia no videoclipe Mulher, de Linn da Quebrada – Renan da Silva Dalago (UEMS)

5- Mulheres, deusas e mitologia: análise sobre os contos e a construção do papel social da mulher – Mirella Laerca Teixeira de Souza (UFGD)

MINICURSOS

 1- Gênero, corpo e erotismo: transgressões na literatura de autoria feminina

Coordenação: Maísa Barbosa da Silva Cordeiro (PPG/CPTL/UFMS)

Monitora: Maria do Carmo

Data, horário e local de realização: 23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, no Auditório INBIO-Bloco 1

Ementa: Os estudos no campo da literatura de autoria feminina possibilitam que se problematize a tradição patriarcal que produz o corpo feminino como objeto do desejo masculino. Devido a isso, cada vez mais, os estudos sobre gênero, corpo e erotismo vêm se tornando um importante terreno discursivo no qual é possível entender em que medida a literatura de autoria feminina é um espaço de resistência para o patriarcado e a violência de gênero, pois é possível, por meio dessa literatura, conhecer quais as estratégias utilizadas no discurso literário para subverter e transgredir as relações de poder. A expressão da sexualidade feminina é, ainda contemporaneamente, vista como um problema por boa parte da sociedade, tendo em vista que, à mulher, reserva-se o lugar do recato, da ponderação e da revelação discreta de seus desejos e intenções. Este minicurso, então, parte das questões: o lugar do recato, ao qual a mulher foi sendo condicionada ao longo de sua história, também se revela na literatura de autoria feminina? As autoras também enclausuram suas personagens nesses espaços? Ou, em contrapartida, essas personagens têm seus desejos relevados livremente? Em que medida, enfim, as personagens representadas contribuem com a emancipação ou com a manutenção da violência simbólica e do habitus nas relações de gênero. O objetivo deste minicurso é, então, discutir produções literárias contemporâneas de autoria feminina à luz da crítica literária feminista para entender como o corpo e o erotismo se materializam nos textos selecionados para entender a mulher que se projeta enquanto autora e a projetada enquanto personagem. Compreende-se que as escritoras brasileiras, que têm sua subjetividade elaborada em uma sociedade patriarcal, revelam as marcas dessa formação, e consideramos que as escritoras deixam entrever, em suas produções literárias, estratégias de enfrentamento à violência de gênero. No que tange à metodologia, discutir-se-á, sequencialmente: conceitos introdutórios sobre feminismo e gênero; crítica literária feminista e formas de representação; escritoras brasileiras; representações do corpo e do erotismo na literatura de autoria feminina. Finalmente, serão analisados textos literários com foco nos aspectos relacionados às discussões teóricas. Entre as escritoras sobre as quais nos debruçaremos, estão: Marina Colasanti, Angélica Freitas, Natália Borges Polesso e Hilda Hilst. As narradoras e eu-líricos presentes nas obras das autoras escolhidas para discussão se relacionam de modo bastante plurais no que tange à sexualidade, ao corpo e ao erotismo. O corpus, portanto, oferece uma gama de compreensões sobre como os temas de interesse do minicurso se expressam nos textos literários. Entre os textos teóricos que serão utilizados para discussão, estão A dominação masculina (1995), de Pierre Bourdieu, O erotismo, de George Bataille (2014), O segundo sexo, de Simone de Beauvoir (2013), Problemas de gênero, de Judith Buttler (2009) e Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura e Explosão feminista, ambos de Heloisa Buarque de Hollanda (2018).

2- Ecologias feministas de saberes: abordagens interdisciplinares

Coordenação: Cláudia Cristina Ferreira Carvalho (UFGD)

Monitora: Larisa

Data, horário e local de realização: 23 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala 01/Bloco 8/FAED

Ementa: Assenta na premissa teórica de Boaventura de Sousa Santos (2014: 133) segundo a qual não há justiça social sem justiça cognitiva e radicaliza-se com a afirmação sem justiça sexual não há justiça social. Ora, esta interpelação interroga toda a imaginação epistemológica feminista de modo a assumir como raiz conceptual a ecologia de feminista de saberes, isto é, buscar reconhecer, valorizar e validar os múltiplos femininos. Assim, têm dois objetivos principais: 1) Construir ecologias feministas de saberes, em diálogo com as Epistemologias do Sul, que deem conta da diversidade das experiências de opressão e desigualdade vividas por diferentes mulheres do Sul, mas também de emancipação e alternativas, pensadas e levadas a cabo por elas; 2) Interrogar, refletir e ampliar, do ponto de vista feminista, dois conceitos das Epistemologias do Sul que são eles: a) A Linha Abissal e a Sociologia das Emergências Este mini-curso procura desenvolver um pensamento feminista crítico, reflexivo e dialogante que possa alimentar as solidariedades Sul – Sul. Deste modo, tem-se como fundamentação teórica do Curso, a idéia central as teorizações das Epistemologias do Sul (Santos, 2014), além de muitas feministas, a partir de diversos lugares de enunciação e de várias perspectivas (Mohanty, 1991; Amadiume, 1997; Federici, 2004; Oyewùmí , 2005; Bidaseca; Laba, 2011; Lugones, 2014; Cunha, 2014, 2015; Martins, 2016; Meneses, 2016), têm vindo a interrogar, de forma profunda e complexa, as subalternidades construídas, os silenciamentos impostos, a amálgama da sua diversidade e as camadas de opressão das vidas que se representam como femininos. Neste sentido, as ecologias feministas de saberes são buscas plurais, tanto epistémicas quanto sociais e políticas de relações sociais que, por diferentes razões, se apresentam livres ou em processo de libertação do controlo colonial cognitivo. Justifica-se a presente proposta, por crer que contribuirá na construção de conhecimentos e práticas sociais emancipatórios de mulheres e homens, que caminham par a par com a emergência dos “cosmopolitismos subalterno insurgentes” (SANTOS, 2010), que tem construído sentido amplo e alternativas contra-hegemonicas ao hetero-patriarcado e ao colonialismo.

3- A promoção da saúde do adolescente e suas relações com a diversidade sexual e de gênero

Coordenação: Soraya Sólon (FACFAN/UFMS) e Marcos Ferreira dos Santos Lima (FACH/UFMS)

Monitora: Larisa

Data, horário e local de realização: 24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na Sala 60401-Bloco 6

Ementa: Em consonância com a Organização Mundial de Saúde, saúde é entendida como um estado de bem-estar físico, mental e social, não se tratando simplesmente da ausência de doenças. No contexto da saúde do adolescente, observamos estratégias pouco desenvolvidas e escassos profissionais capacitados e dispostos a trabalhar com esse público. Sob iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério da Saúde (MS), o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) teve como finalidade contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica com ações de prevenção, promoção e atenção à saúde, com temáticas que se aproximassem da realidade dos jovens brasileiros. Assim, além das discussões sobre raças e etnias, gravidez na adolescência, infecções sexualmente transmissíveis, álcool e drogas, entre outros elementos, fora proposto debates que tivessem como referência a diversidade sexual, rompendo com os padrões heteronormativo e cisgênero, buscando a garantia de uma saúde pública, integral e de qualidade para todos e todas (Lionço, 2009). Apesar das descontinuidades no SPE, o antigo grupo, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), transformou-se na Liga Multiprofissional em Saúde do Adolescente (LAMSA), tendo como um dos eixos principais de trabalho as discussões sobre as sexualidades. O grupo trabalha para formar multiplicadores (educação entre pares) utilizando metodologias participativas e materiais disponibilizados pela Secretaria de Saúde. Com relação à diversidade sexual, o objetivo da LAMSA é que os adolescentes se conscientizem sobre a diversidade sexual existente e compreendam melhor seu corpo e desejos. O apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (SESAU) tem sido fundamental, garantindo a entrada dos acadêmicos nas Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSFs), a disponibilidade e abertura das escolas da cidade, bem como os dispositivos da assistência social. Dessa forma, a LAMSA se empenha para realizar um trabalho que promova o desenvolvimento saudável – tanto sob a ótica física como psicológica – dos adolescentes e para o processo educativo. Diante disso, evidencia-se que os debates referentes à diversidade sexual e de gênero têm penetrado as mais diversas instituições sociais (Aran, Murta e Lionço, 2009). Dessa forma, considerando a adolescência como o período patente para a formação da personalidade (Leontiev, 1978), bem como é o primeiro momento no qual o sujeito é capaz de ler o mundo com maior compreensão da realidade, torna-se preponderante que aqueles que trabalham com os adolescentes, sejam eles profissionais de saúde, equipe pedagógica, pais, entre outros, tenham conhecimento sobre os elementos que participam da constituição da sexualidade e gênero e suas implicações para o desenvolvimento do sujeito. Conforme exposto, a educação em saúde é uma das mais relevantes finalidades da LAMSA e, tal modelo, inclusive tratando-se de gênero e sexualidade, compreende que todo processo educativo deve ser direcionado para a formação de sujeitos emancipados e capazes de uma leitura crítica do mundo (Adorno, 1995). Para isso, é fundamental que se rompa com os fenômenos ideológicos (Freire, 1996) que impedem que aquilo que, incessantemente, tem sido produzido na academia pelas ciências humanas chegue aos jovens. Dessa forma, a oferta deste minicurso tem como objetivos: 1) Esclarecer o desenvolvimento psicológico a partir da Psicologia Sócio-Histórica, tendo como fundamento o materialismo históricodialético; 2) Apresentar os trabalhos articulados e forma de desenvolvimento dos projetos e oficinas da LAMSA entre os adolescentes; 3) Apresentar e desenvolver as oficinas referentes a gênero e sexualidade reproduzidas com os adolescentes, de modo que os participantes aprendam tal metodologia e sejam multiplicadores desse conhecimento. Cabe salientar que as conferências e debates sobre a diversidade sexual e de gênero multiplicaram-se no meio acadêmico, entretanto, na educação básica, tais temáticas tem encontrado inúmeras barreiras de tomar seu assento, especialmente pelos embates político-conservadores contemporâneos. Em vista disso, entende-se que tais espaços de formação tornam-se fundamentais para que estes conteúdos se popularizem, sem perder seu caráter científico, e garantam a defesa da diversidade humana e a promoção da saúde.

4- “Enquadramento urbano” e corpos capturados: um novo olhar diante da mobilidade urbana

Coordenação: Isaac Vitório Correia Ferraz (PUC-SP)

Monitora: Maria do Carmo

Data, horário e local de realização: 24 de maio de 2019, das 13:30 às 16:00hs, na sala 60402-Bloco 6

Ementa: A presente proposta tem como objetivo propor um minicurso que venha abordar, a partir de uma análise fundamentada em Judith Butler, uma linha cerne para a construção de um raciocínio que apresente o corpo inserido num espaço urbano que o “encapsula”, projetando, dessa forma, um autêntico “enquadramento urbano”. Uma discussão permeada por um contexto que salienta uma modernidade saturada, projetando populações que habitam às margens da sociedade brasileira, ao mesmo em que há um uso equivocado do termo desenvolvimento sustentável. A presente ideia visa verificar a problemática psicossocial que inflige a mobilidade urbana. O espaço urbano é, aqui, visto como receptáculo da diversidade de classes sociais e tem, na propriedade da terra, o seu aporte de manifestação das diferenças. Um contexto que desencadeia um sofrimento, uma realidade constantemente permeada de acasos: o indivíduo potencializa a sensação de vulnerabilidade na qual está inserido, evidenciando uma estrutura social enfraquecida, isto é, que vai além do político, chegando ao material, físico e psicológico. É um sofrimento ético-político, que abrange as múltiplas afecções do corpo e da alma, que mutilam a vida de diferentes formas. A questão da mobilidade urbana sendo trabalhada com um enfoque especial, pautado em políticas públicas eficazes, ou melhor, na ausência delas, na sua incapacidade de lidar com os problemas na sua real complexidade, arraigando assim na construção de um cotidiano deficitário para que se procedam os devidos deslocamentos. O fator psicossocial sendo trabalhado como proveniente da maneira com a qual o Estado lida com ele. As relações entre Estado e espaço urbano, desembocam na produção de cidades isentas de urbanismo, com investimentos públicos distribuídos de maneira não só desigual, mas, também, equivocados, numa construção que não contempla o seu maior aporte: a classe trabalhadora. É em meio a esse cenário, que os processos identitários vão se configurando, quando pensa-se na ideia de proteção recíproca e estar entre “iguais”. Sendo assim, o nosso anseio é trabalhar o ponto de vista normativo que permeia diante de tamanha perversidade, numa sociedade formada por indivíduos e indivíduos que formam a sociedade, e que, ao mesmo tempo, lida com a precariedade de uma camada que tem um grande dilema diário a ser preservado: a vida. Para tanto, é preciso discutir a ideia de visibilidade, afinal, estamos tratando de uma classe que não tem visibilidade necessária aos olhos, tanto do Estado quanto das classes superiores. Nesse caminho, a ideia de “fantasia” vem com uma imposição do regime neoliberal projetando, nesses indivíduos, uma “autossuficiência como uma ideia moral”, colocando-os como capazes de custear o que deveria ser obrigação do Estado, como saúde e educação, o que potencializa a inviabilidade da vida dessas pessoas, visto que, eles não têm condições de arcar, ficando passíveis de luto. Projetar, construir uma análise a partir do olhar desse expressivo contingente, faz-se necessário um olhar transgressor e que consiga lidar, atender a tamanhas peculiaridades em sua construção, ou seja, há uma série de contextos que precisam ser considerados: faixa etária, religiosidade, gênero, raça, localização geográfica e questão socioeconômica. Tamanha complexidade tem, na cidade, a sua grande arena, seu grande palco: espaço em que que se manifesta toda essa vulnerabilidade que, historicamente, vem segregando vidas. É um cenário que viabiliza o enquadramento que tem, no espaço urbano, um potencializador da precariedade, ou seja, a localização da moradia, a imagem que o bairro projeta, por si só, já o estigmatiza enquanto morador dali: um “enquadramento urbano”. A dimensão de violência é no sentido amplo do seu significado, não se tratando apenas da compreensão óbvia da palavra, mas indo ao simbólico, ao humano: é uma violência diante da ausência plena dos serviços básicos, onde não há nenhuma concepção de qualidade de vida, assim como a violência diante da maneira com a qual o Estado lida com eles, visto que, não se conhece, atualmente, nenhuma política social que potencialize resultados que projetem uma melhoria real em suas vidas. O resultado é a produção de uma autoflagelação – a pessoa se perde de si – e a violência ganha um tônus ainda maior: contra a própria existência. Trata-se de um minicurso que vem, num primeiro momento, com um enfoque de apresentar o panorama e uma denúncia do contexto, visualizando um corpo “aprisionado”, e, num segundo momento, apresentar propostas que venham de encontro a um melhor delineamento do cenário em questão. Sendo assim, a nossa construção permeia uma perspectiva que tem a cidade como o receptáculo e manifestação das diferenças, assim como o seu uso e apropriação do solo, evidenciando uma mobilidade urbana deficiente e deficitária. Ao mesmo tempo em que vai-se trabalhar grandes teóricos, que vêm como um aporte enriquecedor e de potencializar a sustentação teórica, porém, é na Butler que encontramos toda uma gama que fortifica uma angústia por responder o que leva uma determinada camada de pessoas a ter mais valor que outra, ao mesmo tempo em que se dá o anseio por responder como tamanho enquadramento se constrói e perdura por séculos de história.

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